
Enquanto a tensão sobe, o nível baixa. Inegavelmente, esse, é o cenário na Comissão Especial que trata sobre o processo de impeachment, da presidente Dilma Rousseff. É um cenário atípico. Isto, porque, a última vez que o Brasil assistiu a um caso dessa natureza, já se passaram 24 anos. Naquele período, o então presidente Collor de Melo, enfrentava o que hoje a presidente Dilma, está enfrentando. Com uma diferença: o ex-presidente Collor sofreu ” impedimento “, após sofrer a condenação. Já, a presidente Dilma, ainda está na fase inicial do processo, e, pelo que se sabe, estão tentando julgá– la, antes mesmo de a presidente se tornar ré, no processo. Pelo menos, esse é o meu entendimento. Segundo os juristas, três motivos são cruciais que poderiam levar Dilma Rousseff, para fora do governo, que seria: 1- As Pedaladas Fiscais. 2-Os Decretos não autorizados pelo Congresso Nacional. 3. Infringir a Constituição Federal. Ainda assim, caberia recurso, o que, ao meu ver, Dilma vai precisar de pouco mais de 170 votos para barrar, o impedimento.
Fonte: Solano Lopes/jornalista
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